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O que é o SEO Técnico? 15 Dicas de uma Agência SEO para otimizar sites

Sabe o que é o SEO Técnico? Descubra neste artigo 15 dicas para otimizar sites vindas de uma agência de SEO. Consegue imaginar a quantidade de benefícios para a sua empresa se o seu site fosse o primeiro resultado nas pesquisas do Google por um determinado termo? Aumento de tráfego e leads, visibilidade da marca e aumento de vendas, são os principais benefícios possíveis de alcançar.

Para conseguir este primeiro lugar no Google deve implementar um conjunto de estratégias de SEO, como a criação de backlinks qualificados, a produção de conteúdos relevantes e não menos importante, ter um site bem desenvolvido e corretamente otimizado.

 

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Neste artigo, iremos precisamente focar-nos neste último ponto: a otimização de um site ao nível técnico – SEO Técnico. O que é? Como se implementa? Para obtermos algumas respostas práticas, fomos falar com uma das principais agências de SEO em Portugal, a .

Vamos explicar-lhe um pouco mais sobre este termo, dar-lhe dicas relevantes para colocar em prática no seu site e ainda ajudá-lo a evitar erros comuns que possam prejudicar a performance do seu site.

 

O que é o SEO Técnico?

 

SEO técnico refere-se à optimização dos aspectos técnicos de um site, a fim de aumentar o ranking das suas páginas nos motores de busca. Imagine que a otimização de um site para SEO é uma pirâmide. Ao longo da mesma existem estratégias, como a produção de conteúdo ou o link building. Mas antes de chegar a esses níveis, terá de passar pela base, sendo esta o SEO Técnico.

Com estas otimizações, o seu site poderá vir a carregar mais rápido, as páginas serem indexadas com melhor facilidade, e aumentar o seu posicionamento nos motores de pesquisa.

 

SEO técnico é realmente importante?

 

Como referimos anteriormente, o SEO técnico é a base da pirâmide, sendo uma das mais importantes estratégias do SEO. Com as otimizações corretas, além de aumentar facilmente as posições do Google, com estratégias complementares conseguirá mantê-las.

Alguns exemplos destas técnicas vão desde coisas simples como a otimização do tempo de carregamento de um site ou a otimização para dispositivos móveis, até temas mais complexos como “rich snippets” ou aplicação de tags “canonical” e muito mais.

Tenha ainda em consideração que embora as técnicas sejam implementadas com o objetivo de subir no posicionamento do Google, o foco não deve ser apenas os rankings, mas sim no utilizador: o Google beneficia quem oferece uma boa experiência aos utilizadores.

 

15 dicas de SEO técnico para o seu site

 

1. Google Search Console e Google Analytics

 

O Google Search Console e o Google Analytics são duas ferramentas poderosas que fazem toda a diferença nos resultados SEO do seu site.

Estas ferramentas dão-lhe informações como as palavras-chave indexadas, as páginas que têm melhor ou pior desempenho, os links que apontam para o seu site, o número de visitantes, a origem do tráfego, entre outras métricas. Com estas informações relevantes em mãos, conseguirá tomar melhores decisões.

Em resumo, o Search Console oferece informações sobre as palavras-chave, o desempenho das páginas e os links. Por exemplo, se o número de termos indexados crescer, significa que os esforços em SEO estão a oferecer resultados.

Já o Google Analytics oferece informações sobre quantas e como as pessoas encontram o seu site. Neste caso, se a maioria das pessoas aceder ao seu site através do Facebook, executar uma campanha publicitária na rede social pode oferecer excelentes resultados.

Estas duas ferramentas têm muito poder e devem ser usadas com regularidade. Aliás, antes de tomar uma decisão, estude a informação que estas oferecem.

 

2. Otimizar o tempo de carregamento do site

 

Quantas vezes acedeu a uma página que demorou demasiado tempo a carregar? E conte-nos, esperou pelo carregamento ou foi procurar a resposta à sua questão noutro site? Acreditamos que tenha procurado noutro site.

Aliás, existem estudos sobre o assunto. O, por exemplo, concluiu que carregamentos de páginas que cheguem aos 5 segundos aumentam em 90% a probabilidade de um utilizador desistir da visita.

O aumento da velocidade do site e, consequentemente, a diminuição do tempo de carregamento é uma tarefa de SEO técnico. A melhoria passa pela redução do tamanho das imagens, a organização do código, aproveitar o cache do navegador, entre outros.

Este critério pode ser testado com uma ferramenta do próprio Google, o Page Speed Insights. A ferramenta dá-lhe, inclusivamente, dicas para melhorar a velocidade.

 

3. Otimização das imagens do site

 

As imagens também têm o seu papel dentro do site; um trabalho de SEO irá permitir que estas não prejudiquem o posicionamento. Imagens não otimizadas prejudicam, essencialmente, a velocidade do site, influenciando o tempo de carregamento das páginas.

Em questões de imagens, tenha em atenção ao nome do ficheiro – ainda no seu computador, renomeie os ficheiros com termos descritivos, insira a tag alt para cada imagem (esta tag irá informar o Google quanto ao conteúdo da mesma), otimize o tamanho do ficheiro (para que a velocidade do site não seja influenciada, sendo recomendável imagens de tamanho inferior a 100kb), e, ainda, escolha o formato e as dimensões adequadas.

A título de exemplo, uma imagem que acompanhe um artigo que aborde o SEO Técnico e que tenha o nome de ficheiro: img39-681×454.jpg deverá ser otimizada para seo-tecnico.jpg, além de ter o termo SEO Técnico na tag alt.

 

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4. Otimizar o site para dispositivos móveis

 

A otimização para dispositivos móveis é uma melhoria essencial pois, atualmente, a maioria das pesquisas são feitas através deste tipo de dispositivos. Novamente, tendo em mente que o utilizador é o mais importante, uma otimização incorreta conduz a uma fraca experiência.

Para resolver esta questão, o site deve ser responsivo, ou seja, o código do site irá reagir da mesma forma, seja qual for o dispositivo usado. Adicionar a tag “viewport” ao cabeçalho no código HTML irá informar o Google.

 

5. Compatibilidade com diferentes navegadores “browsers”

 

Além da otimização para dispositivos móveis, também é importante otimizar para diferentes navegadores, isto porque nem todos usam o Google Chrome. Existe, ainda, quem utilize navegadores mais antigos que não suportam recursos recentes.

Este é um passo que exige algum conhecimento técnico mais aprofundado, pelo que caso esteja a pensar criar ou renovar o site, este requisito terá de ser contemplado pela equipa de desenvolvimento aquando do desenvolvimento do mesmo.

Acedendo ao Inspect do browser poderá verificar através da opção Responsive ver o comportamento do seu site nos browsers dos diferentes devices que este disponibiliza (Galaxy S5, Pixel 2 e XL, do iPhone 5 ao iPhone X, iPad e iPad Pro, etc.), permitindo-lhe assim otimizar e corrigir os possíveis erros que o site apresente.

 

6. As suas páginas são rastreadas pelo Google?

 

Um dos passos efetuados pelo Google é o rastreamento do seu site. Essa ação por parte do Google irá ajudar as suas páginas a serem indexadas e, consequentemente, a começar a ganhar posições até ao primeiro lugar.

Envie o seu sitemap através do Google Search Console para que o Google saiba quais as páginas que devem ser rastreadas.

Esta ferramenta também deve ser usada para encontrar erros nas páginas que dificultem a indexação. Evite erros de servidor, de redireccionamento e erros 404.

 

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7. Arquitetura de navegação

 

A arquitetura do site serve para mostrar ao Google quais os caminhos a seguir dentro do mesmo, quais as ligações internas entre páginas e quais as hierarquias existentes. Para conseguir esta hierarquia terá de ser feito um planeamento prévio.

Alguns fatores que influenciam este ponto são a formatação das URLs, a criação de sitemaps e os links internos criados que facilitam a navegação entre páginas, além de mostrar as páginas com maior autoridade.

A título de exemplo, um projeto de e-commerce deverá ser estruturado pela seguinte hierarquia desde a homepage, passando pela categoria, subcategoria e finalmente produto. A página de produto deverá manter sempre a mesma URL, independentemente das várias opções que o produto possa oferecer (cores, dimensões, características, etc.).

 

8. A importância dos dados estruturados

 

Assim como a arquitetura do site e o sitemap, os dados estruturados (structured data) apoiam a organização do site e facilitam a análise do Google.

O importante é fazer marcações dentro do código das páginas e a forma mais comum é recorrendo a rich snippets e breadcrumbs. Esta inserção pode ser feita com recurso a plugins do WordPress ou ao assistente de marcação de dados estruturados do Google.

Através do Google Search Console poderá obter informações sobre os Dados Estruturados do seu site.

Caso tenha uma página de FAQ (página que contém uma lista de perguntas e respostas relativas a um tema especifico), o conteúdo desta pode ser elegível para os resultados na pesquisa, caso esteja devidamente assinalada, podendo ajudar o seu site a chegar aos utilizadores certos.

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9. Sitemaps

 

Os sitemaps já mencionados acima, tanto na arquitetura do site como nos dados estruturados, são ficheiros, que geralmente se encontram no formato XML, e contêm todas as páginas e ligações dentro de um site; como o próprio nome indica, são um mapa do seu site.

A forma mais rápida e fácil de enviar este ficheiro ao Google é através do Google Search Console.

 

10. Estar atento aos Erros 404

 

O Erro 404 impede o utilizador de visualizar o conteúdo da página, podendo levar à penalização por parte do Google. Normalmente acontece quando uma página tem a URL alterada e o visitante tenta aceder a partir da URL antiga.

Este problema pode ser facilmente resolvido com um Redirecionamento 301, ou seja, redirecionando os visitantes para a URL correta. Pode, ainda, criar uma página de erro 404 personalizada para orientar o visitante dentro do seu site.

E como saber se o site contém páginas com o Erro 404? O Google Search Console pode ajudá-lo nesta tarefa.

 

11. Preocupe-se com as questões de segurança

 

A segurança é muito importante! Devido à sua importância, o Google adicionou-a como um fator de posicionamento no ano de 2014 e, desde então, os sites que não adotem protocolos HTTPS são prejudicados.

Este protocolo é adquirido através de um certificado SSL que pode ser adquirido junto à empresa de hospedagem do site. Esta alteração implica a mudança das URLs, portanto use a canonical tag para evitar conteúdo duplicado e mostrar ao Google qual a página principal.

Este é um passo muito importante porque se for executado de forma errada, o site poderá ser prejudicado.

Outra questão relacionada com a , prende-se com o fato de a maioria dos sites em WordPress usar por default o endereço https://site.com/wp-admin de acesso ao painel de administração. Sendo que o WordPress é alvo de tentativas de ataques e invasão por parte de hackers, chamado de “bruce force”, recomenda-se a alteração da URL para dificultar o acesso ao painel de administração.

Existem ainda plugins de segurança do WordPress que limitam por quantidade de tentativas de acesso ou por IP.

 

12. Estruture corretamente as URLs (Friendly URLs)

 

A URL deve ser bem estruturada para que seja fácil de ler; se o usuário entrar numa página, deve ter uma ideia clara do assunto da mesma a partir da URL.

Tome especial atenção a páginas de categorias, subcategorias e produtos. Mantenha as URLs curtas e diretas, use palavra-chave e termos relevantes sobre a página, mostre a hierarquia de forma clara e separe sempre as palavras com hífens.

Recomenda-se assim que todas as estruturas de URL das páginas indexadas, sejam corrigidas por forma a que a performance destas aumente e exista maior relevância nos resultados de pesquisa nos motores de pesquisa. Uma vez que é um trabalho demorado, recomenda-se começar pelas páginas de maior valor para o site ou por uma lógica estrutural. Caso exista impacto na alteração do URL, importante ter me conta os Redirects 301 para a nova estrutura URL.

 

13. Melhore o Crawl Budget

 

O termo ‘crawl budget’ refere-se ao número de páginas que os bots de pesquisa do Google conseguem rastrear num determinado período. Esta preocupação poderá estar mais associada a sites grandes, normalmente ou sites de notícias, não sendo regra.

Se quer melhorar o crawl budget, deve otimizar a estrutura dos links – insira a tag ‘nofollow’ nos links que forem irrelevantes, aumente o número de backlinks através de uma estratégia de Link Building, remova o conteúdo duplicado, corrija links que não funcionem e garanta que o sitemap esteja sempre atualizado.

 

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14. Não se esqueça das “canonical tags”

 

Como referido num dos pontos anteriores, a canonical tag é muito importante. Estas tags são muito comuns em lojas online, pois um mesmo produto pode ser acedido a partir de categorias diferentes, o que poderá fazer com este produto possa ter URLs diferentes.

Usando esta tag, conseguirá evitar a indexação de conteúdo duplicado. Escolha uma página como central e direcione as variações para esta com a canonical tag. Dessa forma, apenas a página principal será indexada no Google.

Por exemplo, no caso de uma loja online de mobiliário em que temos duas páginas com o mesmo conteúdo acedidas através de duas URLs diferentes como,

  • https://meusite.com/outdoor/mobiliario/mesas-e-cadeiras/
  • https://meusite.com/mobiliario/outdoor/mesas-e-cadeiras/

deverá ser escolhida a página principal e implementar-se um tag canonical na outra que irá ser direcionada para esta página principal.

 

15. Evitar ações de Black Hat

 

O black hat é uma das razões que levam uma empresa a trabalhar com uma agência de SEO, e assim ter apoio de consultoria na implementação de uma estratégia de SEO que esteja de acordo com as boas práticas. Claro que grande parte da implementação, das dicas em cima abordadas, pode ser realizada de forma autónoma, no entanto pode existir um desconhecimento sobre as políticas e regras do Google.

Basicamente a expressão black hat está associada às estratégias que tentam “enganar” o Google e as regras impostas. A inserção de palavras-chave que não possuem relação com o conteúdo, a inserção desses termos de forma oculta ou o SPAM em blogs e fóruns – comentários irrelevantes – são apenas alguns exemplos de black hat.

 

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Evite estes Erros de SEO e alcance os resultados esperados

 

1. Não alterar o nome dos ficheiros antes do upload

 

A otimização das imagens começa muito antes de fazer o upload na plataforma. Além do tamanho da imagem ou do formato, como já referimos anteriormente, verifique ainda se o nome do ficheiro é descritivo. Evite ‘IMG1221’, por exemplo.

 

2. Manter conteúdo duplicado no site

 

O conteúdo duplicado prejudica muito um site e pode acontecer de duas formas: conteúdo duplicado de outro ou do seu próprio site.

Sendo assim, publique apenas conteúdo original – não copie – e caso o problema se encontre dentro do próprio site utilize as canonical tags ou o redirecionamento 301, para as páginas que contêm o conteúdo original.

Aliás, pode sempre utilizar a excelente ferramenta online de verificação de plágio, desenvolvida pela para conseguir garantir que o seu site não tem nenhum conteúdo duplicado.

 

3. Criar conteúdo, apenas, para o Google

 

SEO é o termo do momento quando o assunto é marketing digital e é muito comum a produção de conteúdo com foco em palavras-chave. No entanto o Google tem como foco a experiência do utilizador, e se o conteúdo for escrito para o Google e não para pessoas, o seu site será penalizado.

Produza conteúdo original, relevante e interessante, que se conecte com a sua audiência e será visto com bons olhos pelo Google.

Use as dicas acima comprovadas com a experiência de uma agência de SEO, e conseguirá obter excelentes resultados com o seu site.

 

 

António Almeida

António Almeida

Licenciado em engenharia Informático e Telecomunicações, mestre em Sistemas e Tecnologias de Informação e doutorando em Informática é um apaixonado por todo o tipo de tecnologia. Apostava na troca de informações e acaba de criar uma rede de informáticos especialistas interessados em tecnologia.

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