Redes sociais com mais 355% de Lixo Electrónico – Spam

Entre janeiro e junho deste ano um em cada 200 posts publicados nas redes sociais são spam , com origem em contas criadas com este propósito.images

A popularidade das redes sociais atrai cada vez mais spam e o Facebook é neste momento o principal alvo. Esta rede social sofre quatro vezes mais ataques do que as restantes.

As conclusões estão compiladas no estudo “State of Social Media Spam” e relatam como o malware está presente nas redes sociais. As aplicações e os perfis falsos são o principal meio utilizado para espalhar o spam na rede. O fenómeno é tal que só no primeiro semestre desta ano o lixo nas redes sociais cresceu 355%.

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Depois do Facebook, o YouTube é o principal alvo, mas o Twitter, o LinkedIn e o Google + também fazem parte da lista. Os autores referem que o lixo das redes sociais é cada vez mais atrativo e dissimulado e uma das maneiras encontradas para tal foi o lançamento de uma falsa app onde era questionado aos utilizadores se queriam saber quem visitava o seu perfil.

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As aplicações nem sempre são de fiar e 5 por cento delas são de facto lixo eletrónico remetendo para links com conteúdos pornográficos, spam ou malware. O estudo serve sobretudo para alertar e prevenir os utilizadores. A web está em constante transformação e, mesmo apesar do email continuar a reunir 70% do spam existente na internet, as redes sociais estão a tornar-se importantes para os spammers.

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Esteja atento a mensagens de desconhecidos, a aplicações sem grande conteúdo, e a pedidos de amizade de desconhecidos.

O número continua muito abaixo da relevância do spam no email, onde representa cerca de 70% das mensagens. Ainda assim, revela um crescimento significativo do fenómeno, que acompanha o crescimento da popularidade destes serviços.

Só o Facebook, que os autores do estudo identificaram como uma das plataformas mais atacadas pelo spam soma mais de 1,1 mil milhões de utilizadores. O YouTube é o segundo serviço mais visado pelas mensagens falsas.

Os dados apurados para o estudo resultam da análise de 60 milhões de mensagens em serviços como o Twitter, o LinkedIn, ou o Google+, além dos já referidos Google e YouTube. A investigação decorreu entre 2011 e 2013.

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O estudo também revela que as técnicas usadas pelos spammers para distribuir os seus conteúdos e tentar cativar o utilizar para uma mensagem ou link de acesso a outro conteúdo estão cada vez mais sofisticadas.
Um dos exemplos apontados como técnica habitual é o das aplicações que permitem consultar o número de utilizadores que visualizaram determinado perfil.

Outras conclusões apontam para o facto de cinco em cada sete novas criadas serem spam e também revelam que 5% das apps existentes nestas plataformas serem spam. Cerca de 15% do spam detetado inclui links que direcionam o utilizador para conteúdos pornográficos, malware ou spam.

 

O que pensa que deve ser feito para acabar com o Spam ?

António Almeida

António Almeida

Licenciado em engenharia Informático e Telecomunicações, mestre em Sistemas e Tecnologias de Informação e doutorando em Informática é um apaixonado por todo o tipo de tecnologia. Apostava na troca de informações e acaba de criar uma rede de informáticos especialistas interessados em tecnologia.

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