Facebook quer ser o Rei das buscas

Na última semana, a versão digital da publicação americana The Business Week revelou que o Facebook planeia aprimorar os seu mecanismo de buscas. O objetivo é estimular os mais de 845 milhões de utilizadores a investigaçãor com maior eficiência atualizações de amigos, fotos e vídeos, uma tarefa nada fácil de realizar na rede social.

De acordo com a publicação, mais de 20 programadores trabalham para apresentar a nova versão da ferramenta.

A equipa é liderada por Lars Rasmussen, ex-engenheiro do Google, conhecido por conceber o Wave, fracassado serviço do gigante de buscas que pretendia unir mensagens instantâneas, e-mail, armazenagem de documentos e recursos de rede social num pacote integrado.

O Wave durou pouco mais de um ano. Agora, à frente do projeto do Facebook,  Rasmussen pode abrir mais um capítulo na batalha virtual entre a rede e o Google.

Hoje, investigaçãor na malha virtual é a atividade mais executada por utilizadores da internet – e, por ora, procurar na web é sinônimo de visitas ao Google.

A empresa detém 90% do mercado e só não é líder em poucos países, caso da China, onde o local Baidu reina soberano.

Para o Facebook, desbravar esse setor é ampliar seu poder sobre consumidores, acenando a futuros investidores (a empresa se prepara para lançar ações na bolsa de valores, vale lembrar) que tem condições reais de gerar (muito) lucro.

Embora a publicidade seja sua maior fonte de receita atualmente, são os utilizadores – e suas informações – a maior joia da rede de Mark Zuckerberg.

Na tentativa de fidelizá-los, o jovem CEO quer evitar que seus utilizadores deixem a rede social para investigaçãor no Google. Para iniciar essa tarefa, o Facebook conta com um aliado de peso, a Microsoft, detentora de 1,6% das ações da rede social.

Um dos principais produtos da gigante do software é o buscador Bing, o segundo mais popular no mundo.

A iniciativa da rede, portanto, pode elevar seu mecanismo de buscas ao patamar desejado por seu maior rival: a busca social.

Antes hierarquizados por algoritmos, os resultados de investigaçãos passariam a receber influência do partilha proveniente da rede social – estratégia que o Google tenta incorporar desde junho, quando lançou a plataforma Google+.

É a fatia preciosa da rede que ainda não tem dono.

Fonte Vida em Rede

António Almeida

António Almeida

Licenciado em engenharia Informático e Telecomunicações, mestre em Sistemas e Tecnologias de Informação e doutorando em Informática é um apaixonado por todo o tipo de tecnologia. Apostava na troca de informações e acaba de criar uma rede de informáticos especialistas interessados em tecnologia.

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1 thought on “Facebook quer ser o Rei das buscas”

  1. Hola, hace unos días le hice una solicitud a una persona en facebook y me llego la notificación de que me había aceptado la solicitud de amistad, pero cuando cuando veo el perfil de la persona, sale de nuevo “Agregar a mis amigos” como si no se la hubiese hecho la solicitud antes y tampoco aparece en mi lista de amigos…

    ¿Por que se da eso?

    Gracias!!!

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