Empresas dependem da tecnologia para sobreviver

Empresas dependem da tecnologia para sobreviver, independentemente da sua dimensão ou ramo de actividade. As tecnologias de informação estão presentes no quotidiano de qualquer organização, fazendo parte integrante da sua sobrevivência.

Empresas-tecnologia

Num estudo realizado para apurar a «Utilização da Cloud Computing em Portugal», a Baker Tilly questionou também a sua amostra relativamente ao papel que as tecnologias de informação desempenham nas organizações.

Quando questionados relativamente ao peso que as TI exercem nas suas organizações, nomeadamente se as consideram tanto um obstáculo como uma ajuda, 51,61% concordam que as TI podem ser igualmente uma vantagem e uma desvantagem para o seu negócio e 16,13% concordam totalmente com esta ideia. Contudo, contrapondo a opinião maioritária, 32,26% não concordam com essa afirmação, o que permite aferir que as tecnologias constituem uma vantagem clara para o sucesso de uma organização.

Cerca de 67,74% dos inquiridos concordam que as TI têm um papel «crucial» nas empresas , tendo respondido «concordo totalmente»; 25,81% responderam também afirmativamente, recorrendo à opção «concordo». Uma pequena minoria, 6,45% dos gestores inquiridos, manifestou-se discordante nesta matéria, retirando o protagonismo à tecnologia.

Considerando a visão/cultura que as empresas dos inquiridos detêm sobre as TI, 70,97% dos gestores discordam de que as tecnologias constituam uma despesa adicional ao seu negócio, embora 29,03% concordem com o facto de as tecnologias serem um investimento complementar à gestão, mas necessário.

Quando se pensa em investimento tecnológico, pensa-se nas vantagens que essa tecnologia proporcionará aos objectivos da organização. Contudo, a dificuldade em medir os benefícios e os custos associados a um investimento em sistemas de informação e TI torna-se muitas vezes um constrangimento a esse mesmo investimento.

Face ao actual contexto económico, e à situação da empresa em particular, cerca de 80,65% das empresas auscultadas consideram que qualquer investimento em TI obriga a um modelo de negócio explícito, embora 19,35% dos inquiridos tenham sublinhado que não há necessidade de um modelo, podendo qualquer investimento servir a missão do seu negócio.
Quando se projecta a aquisição de tecnologias de informação, a reflexão sobre as suas formas de aquisição passa pela opção de compra, aluguer ou desenvolvimento dos sistemas de informação. A maioria das empresas que responderam ao questionário da Baker Tilly, cerca de 51,62%, prefere alugar em vez de comprar novas tecnologias, de modo a manter a flexibilidade e os custos reduzidos. Por sua vez, os restantes 48,39% optam pela aquisição quando projectam o investimento na área das tecnologias.

Considerando o contexto económico e a situação da empresa em particular, a Baker Tilly procurou saber a opinião das empresas relativamente à importância que o investimento em tecnologias de informação detém para o crescimento das suas receitas. A maioria das empresas em análise, cerca de 51,62%, considera que qualquer investimento em tecnologias de informação contribui para o crescimento das receitas, sendo que os restantes 48,39% não concordam que um qualquer investimento realizado ao nível das TI promova esse crescimento.

Quando se fala em crescimento do volume de negócios, há quem associe esse crescimento à contribuição das tecnologias de informação. Em relação a este tópico, 51,61% das empresas inquiridas concordam que as TI desempenham um papel fundamental no incremento da sua facturação, constituindo uma forte contribuição para o seu negócio. Contudo, 48,39% consideram que as TI não contribuem para o seu crescimento.

 

Biografia do estudo

Este estudo da Baker Tilly envolveu um conjunto de empresas , das quais 16,13% operam na área dos serviços e 12,90%, na de telecomunicações. A maior parte destas empresas , cerca de 54,84%, tem entre 10 a 100 trabalhadores e gera um volume de negócios entre 10 e 50 milhões de euros. Dos inquiridos, destacam-se as funções de IT manager (38,71%)e business manager (16,13%).

 

Será a tecnologia tão importante para as empresas ?

António Almeida

António Almeida

Licenciado em engenharia Informático e Telecomunicações, mestre em Sistemas e Tecnologias de Informação e doutorando em Informática é um apaixonado por todo o tipo de tecnologia. Apostava na troca de informações e acaba de criar uma rede de informáticos especialistas interessados em tecnologia.

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