Embaixadas de Portugal vitimas de ataques

Á semelhança do que aconteceu com as Juntas de Freguesia há uns meses, as Embaixadas de Portugal sofrem de um possível grande problema: a maior parte têm sites iguais.

Várias embaixadas de Portugal pelo mundo foram nos últimos dias vitimas de defaces e ataques.

Alguns ataques “menos visíveis” continuam disponíveis.
É algo positivo quando se tenta reduzir a despesa pública, aproveitar um design e distribui-lo pelos vários sites das embaixadas espalhadas pelo mundo.
O que é mau é quando o código com que o site é feito apresenta falhas e pode levar não só ao mau nome de Portugal e ao embaraço de Portugal no estrangeiro, mas também ao sucesso de equipas de hacking que se dedicam a encontrar essas falhas.

Foi o caso de pelo menos três embaixadas de Portugal que desde dia 18 foram atacadas por duas equipas de hacking dierentes, reporta o Zone-H. Podem existir mais mas não reportadas neste repositório de ataques informáticos mundialmente conhecido.

No que diz respeito às que estão reportadas no Zone-H, a Embaixada de Portugal na República Checa foi atacada no fim de semana e segunda-feira de manhã ainda estava com um deface em todas as páginas.

Já a Embaixada de Portugal na Alemanha foi também atacada e o ficheiro robots.txt do site ainda contém a “assinatura” do atacante. O mesmo aconteceu com a Embaixada de Portugal em Espanha onde o ataque foi o mesmo e o robots.txt ainda está disponível.

O ficheiro robots.txt serve para controlar como os motores de busca “vêm” um site, e uma configuração errada ou “hackada” pode significar a perca de relevância de resultados na web ao se pesquisar por estas embaixadas.

O facto de haver dois tipos de ataques a três sites de Embaixadas pode provar que existem dois métodos de ataque ou que uma das duas equipas que os executou é mais experiente que a outra.

De qualquer forma, de uma coisa estamos convictos:

 

falta, novamente, seguranças nos sistemas informáticos de Portugal.

António Almeida

António Almeida

Licenciado em engenharia Informático e Telecomunicações, mestre em Sistemas e Tecnologias de Informação e doutorando em Informática é um apaixonado por todo o tipo de tecnologia. Apostava na troca de informações e acaba de criar uma rede de informáticos especialistas interessados em tecnologia.

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1 thought on “Embaixadas de Portugal vitimas de ataques”

  1. Mostrar Portugal numa pousada argentina

    ALEXANDRA MACHADO
    DIREITOS RESERVADOS

    Não conhece Portugal. Mas tenciona um dia visitar. Percebe tudo de português, mas a falar refugia-se na segurança do espanhol. Victor Lopes é um lusodescendente, como tantos outros. Mas na Argentina avança com um projecto único. Construir uma pousada-museu onde a temática predominante será Portugal.

    Até pelo nome. A Pousada levará a designação de San Bras de Alportel, a espanholização da terra de onde os seus pais imigrarem nos anos 40 à procura de uma vida melhor. São Brás de Alportel, no Algarve, viu partir Maria Luísa Conceição Viegas e António Lopes, como então via partir tantos outros portugueses. A vida não era fácil, lembra Victor Lopes de ouvir contar os pais. Maria Luísa dedicava-se à costura e ao trabalho no campo. António era sapateiro e tocava saxofone, ofícios que manteve em Buenos Aires para onde imigraram. Foi aqui que tiveram os quatro filhos, entre os quais Victor Lopes que, aos 44 anos, embora não conheça a terra dos pais quer homenageá-los com uma pousada dedicada a Portugal. “Mas queríamos algo mais do que uma pousada”, explicou, telefonicamente, ao DN Victor Lopes, explicando que é sua intenção “difundir a cultura portuguesa, a música, os costumes”. Apesar desta iniciativa, lamenta não ter conseguido apoios por parte da Embaixada portuguesa ou do Instituto Camões. Não pediu dinheiro, assegura, queria apenas contributos para a parte museológica. Esses têm-lhe chegado dos particulares e de empresas. A Internet ajudou a divul- gar o projecto. Victor Lopes lembra o endereço (posadasanbras@hotmail.com) para quem o quiser contactar e mostra-se sempre disponível para dar informações sobre a Argentina. “Já tenho dado informações e mandam-me mails a perguntar coisas sobre a Argentina”. Afinal, Victor Lopes está habituado a estas coisas do turismo, actividade em que trabalhou em Buenos Aires até decidir dedicar-se a tempo inteiro à pousada. Trabalhava na capital argentina, mas mudou-se para a Villa General Bergano, uma localidade turística com forte presença europeia, uma vez que albergou muitos alemães, suíços, austríacos. Portugueses, apenas cinco famílias.

    As portas da pousada deverão abrir no final do ano, lá para Novembro ou Dezembro. São, ao todo, 10 quartos, ocupando a pousada um total de mil metros quadrados. Victor Lopes pensa pedir por cada noite 120 pesos argentinos (cerca de 30 euros). A decoração de cada quarto será dedicada a cada região portuguesa. Livros, revistas, artesanato, o inconfundível galo de Barcelos, uma guitarra portuguesa, discos, fotografias, pratos, cerâmica, azulejos, haverá de tudo nesta pousada-museu. Victor Lopes, entre pedidos para envios de “portugalidades”, vai deixando o aviso que não quer artigos com valor comercial. O objectivo não é fazer negócio com o que lhe mandam.

    A pousada acaba por ser a sua homenagem aos pais. A mãe tem mais de 80 anos e o pai faleceu há três anos. Victor Lopes não é casado, diz-se comprometido. Adora o fado e cita Cristina Branco, Mariza, Carlos do Carmo, ou na escrita José Luís Peixoto. Vê semelhanças no fado e no tango e lembra o projecto da cantora Karina Beorlegui: mistura os dois sons que diz serem “primos”. Victor Lopes também mistura os dois sons. Tem dupla nacionalidade e por timidez prefere falar em espanhol, ainda que entenda tudo em português. “Em casa sempre se falou português”.

    http://dn.sapo.pt/2007/08/18/dngente/mostrar_portugal_numa_pousada_argent.html

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